sábado, 26 de dezembro de 2009

Ele parece vir sempre arrastado por uma âncora.
Nunca mais se lançou ao mar,
Navegando livremente sobre as águas escuras
E sob um céu renitente
Como um ventre infinito que não se permite subjugar.
Embaixo de qual pedra estará a leveza do amor?
De ser amado?
Parece sempre estar disfarçado, escondido, acuado...


cris

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